terça-feira, 22 de abril de 2014

2014.03.01 - Mina de São Domingos

Este passeio era suposto ser com a Sigonha (Honda Varadero), mas devido a arreliador toque no fds passado em Alcochete, que lhe danificou o radiador e um pouco da carenagem, teve que ficar no Sr. Doutor J  Assim viemos com a Núria (Renault Megane). Por um lado acabou por ser mais confortável, pois estava chuvoso, ventoso e frioso (existe esta palavra?). Saímos calmamente, sempre em EN, seguindo por Vendas Novas, Montemor, onde tomamos um pequeno-almoço no Intermarché (mas muito desagradável, pela qualidade e pela proximidade da porta), Évora, Portel, até à primeira paragem na barragem do Alqueva. A barragem estava cheia, mas o frio e o vento imperavam. Dali seguimos em direcção a Moura, uma terra que adoramos, pelos momentos que os amigos do Moto clube local, sempre nos proporcionam e onde nos estreamos nas lides mototuristicas. Como já não era cedo, decidimos almoçar por aqui. Sem referências,
encontramos a Chaminé e em bom momento escolhemos. Um simpático e agradável restaurante que nos proporcionou um bom repasto, com uma deliciosa entrada, bacalhau à brás para mim e gratinado para a Ana, molhado com um tinto da Quinta da Tomina e rebatido por uma deliciosa aguardente Herdade dos Machados. Preço justo (35€) por uma boa refeição, servido num sítio muito agradável e com um serviço eficiente. Passamos pela sede do MC mas estava fechado…deviam estar na sesta. Seguimos viagem, apreciando a bucólica paisagem alentejana, com as suas cores fortes, em direcção a Pias, onde fotografamos mais um apeadeiro de uma linha ferroviária abandonada. Continuamos viagem, passando pela ribeira de Enxoé, Serpa, em direcção ao Pulo do Lobo (lado este). O curso de água estava bem forte, o que proporcionou excelentes imagens – embora tivesse começado a chuviscar e a ficar nevoeiro. Com a tarde a escurecer, era tempo de seguir até Mina de São Domingos, onde íamos pernoitar no Hotel São Domingos, excelente edifício recuperado do complexo mineiro de Corte Pinto. Era o edifício dos Ingleses, da direcção e que agora é um simpático hotel, carregado de história, com uma parte nove e uma piscina exterior. Neste primeiro dia percorremos 262Kms, com uma média de 63kms. Jantamos no hotel, mas desiludiu. Muita parra e pouca uva, com um serviço mediano. Valeu o ambiente, onde se destacava um antigo fogão a lenha, impecavelmente recuperado.

No Domingo, começamos o dia com um bom pequeno-almoço, seguido de uma sessão de fotos ao hotel, para mais tarde recordar. O dia continuava cinzento, mas sem chover…para além de uns salpicos esporádicos. Demos um pequeno passeio por Mina de São Domingos, incluindo a sua igreja e a bonita praia fluvial, bem cheia de água e motorhomes, quase todas elas de estrangeiros. Já dei uns belos mergulhos nesta praia no passado e é excelente. Depois fomos até Corte do Pinto (isto em brasileiro, é motivo de risota…rsrsrsr), seguindo depois até ao Pomarão,Clubefashion, que incluía o jantar (sem bebidas, que custaram um extra de 8€), que custou 63,50€. Foi um tranquilo passeio, por zonas muito bonitas. Valeu!!
que era onde os Ingleses faziam a mudança do comboio para os barcos, que levariam o minério até ao fim do Guadiana e depois para Inglaterra noutros barcos maiores. É um bonito local, com o Guadiana, como palco, com uma enorme estrutura do guindaste, mas que ainda está carregado de simbologia. Começamos o nosso regresso, passando e parando em Mértola, que está muito gira e bem-apessoada, com um enorme monumento dedicado à capital nacional da caça. Decidimos reabastecer a Núria e quando estávamos de saída da bomba, passa por nós um simpático casal numa VFR amarela…era o Luis Galego e a sua mulher; o mundo é mesmo pequeno e serviu para dois dedos de conversa, com estes amigos de Sintra. Seguimos depois pela EN 122, em direcção a Beja, onde pensamos almoçar, mas sem sucesso. Resolvemos continuar na busca de um restaurante simpático. Passamos por Ferreira do Alentejo, mas não descobrimos nada. Decidimos seguir pela EN2, em direcção ao Torrão e em boa hora decidimos, porque ao passarmos em Odivelas, descobrimos a Albergaria o Gato, que mesmo cerca das 15h, nos serviu um belo repasto no restaurante, sem pestanejar (e ainda chegaram pessoas depois de nós e todas foram recebidas com um sorriso). Por cerca de 29€, tivemos um belo queijo de entrada, uma deliciosa carne de porco à alentejana, sobremesa, café e um jarro de vinho tinto. Ainda compramos uns roupões da albergaria; e sabem porquê? Albergaria nossa, dos Gatos…eheheh. Depois deste belo almocinho viemosvia Alcácer do Sal, Águas de Moura, Pegões e Santo Estêvão. Percorremos no total 523kms, a uma média de 65kms (sempre em EN) tendo consumido cerca de 25lt de gasóleo. Para o alojamento usamos um voucher do Clubefashion, que incluía o jantar (sem bebidas, que custaram um extra de 8€), que custou 63,50€. Foi um tranquilo passeio, por zonas muito bonitas. Valeu!! As fotos estão neste link:

https://plus.google.com/photos/117846960715278019029/albums/6004935212056010401?authkey=CICm9IyN6K6DQw

sábado, 19 de abril de 2014

2014.02.03 - Terrugem / Belém, Lisboa / Alcochete

Os amigos dos Motards do Ocidente propuseram-nos o seu 1.º Passeio do ano, uma calma voltinha com ponto de encontro na Terrugem, visita ao Museu da Marinha em Lisboa e terminar em Alcochete, para almoço e convívio com os amigos do Grupo Motard do Convento de São Francisco, Alcochete. Estando o desafio aceite, saimos cedinho em direcção à Terrugem, numa tranquila viagem com um solinho radioso, embora com temperaturas baixas.
Na Terrugem, encontramos um animado grupo, com vontade de "mototurismar". Foi-se juntando um grupo razoável em quantidade, mas superior em alegria, boa disposição e camaradagem. Foi tempo de degustar um pequeno almoço caseiro, uma vez que foi todo produzido pelos sócios dos Motards do Ocidente.
Já com os estômagos mais reconfortados, foi tempo de arrancar em caravana, calmamente até Lisboa, rolando pela Serra de Sintra, Guincho, Cascais, seguindo depois pela marginal até Lisboa, para arrumarmos as meninas no parque interior do Museu da Marinha.
Ao Museu veio juntar-se outra caravana oriunda dos companheiros do Convento de São Francisco, para a visita conjunta. Já à muitos anos que não visitava este Museu e foi uma agradável redescoberta. Excelente e grande espólio sobre o tema náutico, com grande amplitude temporal, muito bem conservado. Depois de uma introdução inicial, por um elemento da Policia Maritima, cada um teve a liberdade de andar por onde desejou e demorar-se onde mais lhe agradava. Aliás na parte final foi visível a dificuldade em reunir a malta para sairmos, novamente em caravana, para o Samouco, onde nos esperava, diante de uma bela paisagem, um choquinho frito. Foi um almoço rodeado da habitual galhofa, tendo terminado com algumas mensagens do Presidente Pedro Alves e a apresentação do próximo passeio, com carácter solidário.
Depois houve uma pequena passeata por Alcochete, tendo terminado em São Francisco, na bonita e confortável sede dos amigos do Convento.
Regressamos na companhia do Pedro Morais e da Milai, que seguiam para Arrão, Montargil. Foi um passeio muito tranquilo, não fosse ter amachucado um radiador, ao fazer uma manobra estúpida: estacionar em frente a um pilarete metálico, mais baixo que a dianteira da mota - imginam o que aconteceu quando saí...consegui enfiar o pilarete ente a a barra de protecção e o quadro, "dobrando" o radiador do lado esquerdo. Nada de muito grave, que não originou queda e permitiu regressar com a mota a casa, mas vai obrigar à sua substituição, por precaução. Andamos cerca de 200kms e que teve um custo de 14€ por pessoa, com o almoço incluído. As fotos do passeio, podem ser todas vistas, atarvés deste link:

https://plus.google.com/photos/117846960715278019029/albums/6004124733600025681?authkey=CIbNrJavyOKRdQ